[Top] [carousel][6]

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Você necessita assistir esse filme: "Como Estrelas na Terra, Toda Criança é Especial!"

13:37:00

Olá... Hoje estamos lançando hoje uma nova tag  “Um filme que vale a pena assistir”!
               
E para começar de uma forma especial, a primeira indicação é realmente um filme top, sem dúvidas um dos melhores que assisti na vida, é  antiguinho, de 2007, mas super interessante e educativo, sabe aquele filme que acrescenta? Aquele que geralmente te faz chorar (principalmente pessoas choronas como eu), e que ao final  você te leva a refletir e concluir que aprendeu muito com o longa metragem? Esse é um.
Um filme indiano (que ultimamente tem tido essa característica de tocar a alma das pessoas com histórias dramáticas e envolventes), o nome é Taare Zameen Par, traduzido para: “Como estrelas na terra, toda a criança é especial”, dirigido por Aamir Khan, que também atua como o professor Nikumbh (um dos protagonistas). O roteiro é de Amole Gupte e se encaixa na categoria de drama Musical, um pouco extenso (2 horas e 45 minutos), mas realmente vale a pena. O tema principal do filme é dislexia e relata a história de um garotinho de 9 anos chamado Ishaan Awasthi. E infelizmente ainda não há versões dublada em portugues, mas a legenda está muito bem traduzida. 
Indico para todos, mas em especial para pais, professores e pessoas que trabalham educação ou ministério infantil. 

Você pode assistir aqui mesmo ( vídeo do filme completo abaixo) ou...



...Pode baixá-lo e assistir quando quiser:  Ao clicar será aberta uma página do AdFly. Você deve esperar por 5 segundos e então clicar em "Fechar propaganda". Em seguida será redirecionado a uma página do Mega. Basta clicar em "Baixar através do navegador" e esperar o arquivo (que está em formato .mp4) descarregar, de acordo a velocidade de sua internet.


😉 Vou esperar seu comentário a respeito do filme, e se você tiver uma sugestão de um filme que necessitamos assistir, deixe nos comentários, que além de assistir, faremos uma publicação em sua homenagem, rs. 

 Bom filme... 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Receita de Nuggets Caseiro

23:25:00

Olá pessoal, então vamos com mais 
uma receitinha bem simples, barata e extremamente deliciosa.


Ingredientes 

  • Peito de Frango
  • Ovos
  • Farinha de trigo
  • Farinha de rosca
Modo de Preparo
Triture o frango ainda cru, (pode ser no liquidificador, ou em triturador, tanto faz.) , depois tempere como quiser, eu uso um pouco de limão, alho, sal, orégano, pimentinhas, coisas do tipo.
Depois disso, faça bolinhas, e comece empanar o nuggts. 
Passe primeiro nos ovos, depois passe na farinha de trigo, passe novamente nos ovos e passe na farinha de rosca. A dois modos de preparo, você pode asar os nuggets (geralmente uns dez minutos no forno com temperatura média, mas isso vária bastante de um forno para outro, observe até que ele fique douradinho), ou você pode fazer frito.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A DANÇARINA

22:00:00
…”Dios de nuestra salvación, esperanza de todos los términos de La tierra, y de los más remotos confines Del mar”…


Uma dançarina solicitou-me um texto que pusesse em foco retalhos de dança, de vento, adoração e rendição. Ah, que composição estranha seria e, num só tempo, inigualável. É porque ela ama a dança, tem apreço pelo vento, é adoradora e já deve ter experimentado a doidura (a palavra é essa mesmo) da rendição.
Esperei. Alguns dias se foram, como tudo que é fugaz se vai. Teve vento e adoração, coisas que conheço. E esperei, pois ainda me era fugaz a dança. Hoje, pela primeira vez, escrevo ao balanço de um velho barco que se move sobre as águas do imponente Guaporé. Quem podia imaginar que a dança aconteceria em jovens apaixonados, dentro de um rio, em busca dos não alcançados? O que faltava veio. Quem pode pensar em dança e rendição sem missões? Debrucei-me sobre a versão espanhola das escrituras:

… Esperança dos confins da terra e dos mais remotos rincões do mar”…
 A dança brotou como sempre esperei que fosse: insinuante, confiante, certeira como uma flecha, segura de sua persuasão sobre a alma dos pobres.
Afinal, o que ela é? Um dia vi duas dançarinas, ambas perfeitas, movimentos sincronizados. Em tudo iguais, em tudo diferentes. Uma, dançava, a outra, a dança estava dentro dela, movia-se de dentro para fora, parecia fazer cócegas em suas entranhas, então ela ria, movia-se. O que eram seus pés machucados pelo esforço? De que valia o suor vindo de suas têmporas e escorrendo pela face? A dança a movia, viva, fazia-a rir de puro prazer. No meio do cansaço e do esforço, o riso de quem sabia por que ou por quem dançava, intimidade que nenhum mortal podia ver. Então assimilei as palavras da tal dançarina quando ela voltou sua atenção a uma costura de dança, de vento e rendição. Encontrei a tal palavra.
Rio abaixo, faço costuras. O que nos move é a mesma coisa que moveu a dançarina. Não sei qual é figura do outro. A chamada é, dentro do que a tem, a mesma coisa que moveu os pés, machucou, riu na intimidade e que, por fim, conduziu a moça. O que são pés machucados? O que são rostos feridos e mãos aflitas? O que são noites mal dormidas? Nenhum mortal poderá dissecar alegria tal. O chamado se vê numa dança ímpar, conduzido de dentro para fora, gastando-se em meio a aparentes agruras, mas achado numa alegria que ninguém pode compreender nem roubar.  A dançarina tem razão. Mãos, pés, rostos… São apenas ressonâncias íntimas (ou estardalhaços) de quem achou o vento que esperava. Não me engano, ela não se enganou. Ninguém pode escapar à persuasão. É forte, confiante, como flecha, destemida.
Enquanto o barco vai, o vento cicia rio abaixo. É a dança de missões no coração humano. Fecho os olhos e vejo a bailarina movendo-se no riso. Há uma diferença tênue entre dançar e rir. Qual o preço de seus movimentos? Pés e suor rendidos ao prazer? Talvez aí esteja uma das mais complexas figuras da missiologia e do campo. O que são nossos rostos, mãos e suores, se não estiverem rendidos ao encanto de dançar? Machucar-se-ão da mesma maneira, se renderão a uma coisa qualquer, inúteis, verão o arado abandonado, sem riso, sem ventura.

Ah, esperança dos confins da terra!… Quem podia saber que isso mora na possibilidade simples de uma noiva que aprende a dançar? A amiga dançarina deu-nos a figura, não te esqueça dela, afinal, o vento está soprando faz muito tempo…

Paz e a gente se encontra pelos bailes da vida!

Por colunista convidado:
Eliel Eugênio de Morais

sábado, 8 de outubro de 2016

Às vezes é preciso uma Montanha

19:01:00

Existem canções que parecem ter sido ditada pelo próprio Deus. Letra e melodia parecem que foram tecidas com um cuidado especial, para entonar-se em um momento especial da existência de alguém. Essa é minha experiência com essa canção que há algumas semanas vem tocando, com uma mensagem escatológica, a porta de meus abismos mais profundos. Que canção está tendo este poder? Intitula-se: “Sometimes it takes a mountain” de Gaither Vocal Band.

O refrão da canção diz: 
Às vezes é preciso uma montanha, às vezes um mar em tempestade, às vezes é preciso um deserto, para segurar-me forte a Ti. Mas Teu amor é muito mais forte que qualquer um dos meus problemas... Às vezes é preciso uma montanha para confiar e crer em Ti”. 
 Sobre a canção não há muito o que dizer, só escutá-la e deixar que sua letra te ajude a remar no meio da tempestade.

Em uma, de muitas vezes que ouvi-la, me lembrei com memória fotográfica o texto bíblico de Êxodo 19:2
 ...e chegaram  no deserto do Sinai, e acamparam no deserto, acampou ali Israel diante do monte”. 
Esta cena bíblica é praticamente paralela ao cântico, não sei se o autor a tinha em mente quando escreveu sua canção, não sei se pensava em Israel e em sua travessia pelo deserto, mas o paralelo é indiscutível.  O mar, o deserto e a montanha, são elementos comuns em ambas às composições.

Para quem acredita que sair do Egito sempre foi uma boa notícia para os hebreus, basta revisar alguns textos como Ex 14;11-12, 15:22-24, 17:3-4 e uma lista bem mais larga, para se dar conta do sofrimento, desânimo e descontentamento que foi para os hebreus saírem do Egito rumo a Canaã. A terra prometida estava praticamente na esquina, mas antes de possui-la era inevitável que o povo aprendesse a confiar em Jeová. O caminho da escravidão para a liberdade não seria simples, seria preciso cruzar um mar, entrar num deserto e encontrar com a montanha no Sinai.

 A península do Sinai não é só inóspita por seu clima extremo, tem também um trânsito complicado, pois a região é montanhosa e pedregosa. Tudo apontava para que as coisas saíssem mal desde o princípio. Não sei se foi pelo desespero da saída ou por estar mais preocupados em zoar as tropas egípcias, mas os hebreus não tomarão a melhor rota do Norte, que os levaria direto a Canaã beirando a costa oeste do Neguebe. Pelo contrario, desceram levemente pelo Sul e, como primeira consequência de seu mal direcionado plano de escape, se encontraram presos diante do mar de juncos. Com a ajuda de Deus conseguiram atravessar o mar, mas não corrigem seu curso, continuam presos e não veem com clareza seu objetivo, seguem avançando para o Sul e logo terão a frente a paisagem árida do deserto e suas rochosas montanhas.

A descrição que oferece o versículo dois é assustadora:
 “Chegaram ao deserto, se encontraram com o monte e armaram suas barracas”. 
Não pode haver cena mais vergonhosa contrária ao sonho cananeu. Deixaram suas casas egípcias despedindo-se de todos, decidindo-lhes que irão a um lugar onde mana leite e mel, para que uns dias depois se encontrem armando suas tendas no deserto, no meio do nada, sem água e sem esperanças, desejando as verduras, os frutos e todas as bondades do Nilo no Egito.

Mas então acontece algo extraordinário, uma decisão que mudaria por completo o significado de estar no deserto. Ai, no meio das rochas que queimavam as sandálias dos viajantes, e o pó que trazia o vento arábico, Moisés, o líder e responsável do extravio, sai da sua tenda, observa a montanha que esta na frente dele e do seu povo, aquela que impede seguir seu caminho, e começa a andar sobre ela. Alguns saíram de suas tendas, avisados pelas criaturas que viram ao inquestionável ancião avançar para o cume. Os que já tinham reclamado por causa da água amarga de Mara, agora por razões maiores ainda queriam voltar ao Egito quando viram a loucura de seu líder, que escalando com dificuldades continuava subindo. A esposa de Moisés sai para detê-lo, pois não tinha sentido subir a montanha, ela agarrou sua túnica e o repreendeu com raiva e vergonha:   - Moisés para onde você vai? Para que esta subindo essa montanha?- Moisés, com o olhar de alguém que sabe o que é estar no deserto, - a respondeu: Não estou subindo a montanha, estou subindo a Deus (Ex. 19:3 “ E Moisés subiu a Deus”). Deus ao ver a tenacidade (firmeza) no coração de Moisés, decidi sair ao seu encontro, se apressou a descer o monte, e desde o cume, a parte mais alta da dificuldade, Moisés escuta seu nome, Sim! Deus o chamou do monte.


Desde esse momento o monte já não representava um problema no caminho, Moisés havia convertido a montanha da dificuldade no seu lugar de encontro com Deus. Onde todos viram um terrível obstáculo, Moisés viu a uma oportunidade de sair ao encontro de seu Deus. Muitos acreditam, como se vê nos filmes, que Moisés já subiu ao monte porque já sabia que Deus estava ali o esperando, mas o relato é claro, o que Moisés faz é dar um passo de fé no meio do deserto, e sua fé converte a montanha num santuário onde Deus e seu filho se encontram.

Por isso, o que essa canção diz é certo. Às vezes precisamos de uma montanha, um deserto ou um mar de problemas para encontrarmos pessoal e intimamente com nosso Deus. Só existem duas opções, nos rendermos diante ao que está na frente e acomodar nossas barracas para acampar no meio do deserto, ou como Moisés, converter nosso deserto em um lugar de encontro profundo, transformador e esperançoso com o Deus da vida.

Eu farei à segunda. O deserto ao que meus desacertos me trouxe, a montanha que minhas debilidades construíram para fazer que eu desista no caminho, não será o lugar de minha sepultura, converterei o meu deserto no melhor lugar para encontrar-me com meu Senhor. Não só estou tratando de escalar minha montanha, estou subindo a Deus. 

Por colunista convidado José Luis Verdi Sulca.
Texto traduzido do original em espanhol.

Ouça a cancão “Sometimes it takes a mountain”: 

Por que não despertamos a Jesus primeiro?

01:44:00


         Oiiii, hoje gostaria de compartilhar com vocês uma pequena reflexão, baseada numa passagem bíblica extremamente conhecida, narrada nos três evangelhos, incluindo Lucas: 

22-24 Um dia, Jesus e seus discípulos entraram num barco. “Vamos atravessar o lago”, disse. E partiram. Navegavam tranquilamente, e ele dormiu. De repente, uma tempestade terrível abateu-se sobre o lago, e a água começou a entrar no barco. O naufrágio era iminente, por isso eles foram acordar Jesus: “Mestre! Nós vamos.morrer!” Levantando-se, ele ordenou ao vento: “Silêncio!”; e disse às águas: “Acalmem-se!” O vento e o mar lhe obedeceram. O lago ficou em plena calmaria.       25 Em seguida, repreendeu os discípulos: “Vocês não têm fé?” Atemorizados e chocados, eles gaguejavam: “Quem é este homem? Ele dá ordens ao vento e ao mar, e eles obedecem ao comando dele!”   
         Deixando bem claro que é minha interpretação pessoal sobre o texto , mas quando leio, tenho a impressão que estavam de boa no balanço das ondas, Jesus (por ser um homem normal), estava cansado, dormiu, e de repente começou uma terrível  tempestade, e os discípulos não quiseram de cara  acordar Jesus, e já que alguns eram pescadores, se achavam experientes, tentaram resolver o problema sozinhos, por suas próprias forças e  conhecimentos. E depois, quando a tempestade já estava muito forte, quando viram que não tinha jeito, que possivelmente morreriam todos, resolveram acordar Jesus, que rapidinho, mandou o mar segurar a onda, e o vento baixar o tom, e controlou toda a situação. 
          Muitas vezes na nossa vida cotidiana acontece o mesmo, somos surpreendidos  com uma tempestade, uma situação que nos desestabiliza, nos amedronta, e sim, temos Jesus no barco, mas em vez de chamá-lo, tentamos resolver as coisas do nosso jeito, com as nossas próprias forças, e quando as coisas já não podem piorar, quando chegamos ao limite, quando parece que é o nosso fim e vamos morrer... Só ai, resolvemos clamar a Jesus, minha pergunta é a seguinte: Por que não apelamos a Jesus primeiro? Por que Ele não é o plano A? Se Ele está conosco no barco, porque esperamos as coisas fugir de controle para orar, para pedir a ajuda Dele, que com uma ordem faz tudo se acalmar? 
           Sabemos que as tempestades na vida são inevitáveis, mas confiar em Deus e em Seu poder, é mais eficaz que confiar em nossas próprias forças. Faça o teste! Que Deus te abençoe muito.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

NÃO É O QUE VOCÊ PENSA QUE É ...

15:41:00


Há dia que você acorda e parece que a noite foi longa, pois não via a hora de levantar;
Há outro dia que você amanhece e não percebe que já é dia, pois não gostaria de levantar.

Logo, pensa: - meu Deus! o que será da minha vida hoje? 
Surge um turbilhão de pensamentos, agonias, aperto no coração, lágrimas que escorrem, nó na garganta ... pronto; Já sabe que o dia será bem ruim. 

Mas, para driblar a situação, a mente procura encontrar o porquê de todo este emaranhado de sentimentos e sensações ... assim logo explode, se for para chorar chora, se for para irritar vem a irritação (a ira "branda" rs) mas não consegue de maneira nenhuma descobrir o fator de tudo.

Assim a sua mente lhe apresenta vários itens e situações da vida: sente-se feia, e procura arrumar o cabelo, dar uma boa lavada na "cara", observa as sobrancelhas, se a caminhada está valendo à pena. Ah! pode ser a TPM, a falta de tantas coisas, de objetos, pessoas, condições e etc. 

Isso é o que Você pensa que é, mas tenta amenizar com um banho, uma arrumada de cabelo ... correr atrás do tempo para organizar as procrastinações ... enfim, continua com os mesmos sentimentos e sensações. 

Mas graças damos a Jesus Cristo, pois nos leva a entender que estas reações é a falta de um bem maior, que devido ao ativismo vamos perdendo no meio do caminho a nossa Vida de Devoção diária, um tempo gasto em oração, jejum e meditação na Palavra. É isso! as reações que externam nem sempre são o que temos na realidade, e não somos nós que sabemos mas o Espírito Santo nos trás esta consciência à tempo para tomarmos uma posição e iremos ter uma outra reação a cada amanhecer.



Ao acordar, bendizer pela misericórdia do Senhor que se renova a cada manhã;
Quando apresentar o dia, lance Nele toda a sua ansiedade e Ele cuidará de tudo;
Ao sentir-se não tão bonita, se arrume, mas sempre se preocupe no interior pois pode ser uma alerta de vida em santificação;

Enfim, o que parece que é para mim e para você é apenas uma sobra da realidade externada, causando estes turbilhões de emoções, mas Deus nos trás Paz e Segurança em cada dia. Lance-se Nele ...

“Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos”; (...) Atos 17.28ª.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Filme da Semana : SOUTHPAW

20:34:00
Olá pessoal, hoje vim indicar um filme que realmente é incrível.Originalmente lançado como Southpaw, e traduzido no Brasil como Nocaute, conta a história de um lutador Bily Hope (Jake Gyllenhaal) que está no ápice de sua carreira, invicto há 43 lutas, com uma grande fortuna, e uma família linda.

     Em meio a esse cenário de vida perfeita o filme dá uma grande reviravolta, e a vida do lutador se torna um verdadeiro inferno, ele se ver perdendo tudo o que ama. Tendo que lidar com tudo, Hope se desequilibra psicologicamente o que acaba piorando as coisas. E a trajetória do lutador para se reerguer,é emocionante, motivadora, e linda. O filme tem um enredo que eu particularmente considero perfeito, com drama, ação, romance e aquela motivação de nunca desistir, perante as dificuldades da vida. 

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Autismo

02:35:00


O autismo é um transtorno do desenvolvimento que aparece nos primeiros três anos de vida afetando o desenvolvimento normal do cérebro relacionado às habilidades sociais e, sobretudo, de comunicação.
O fonoaudiólogo trabalha no campo da comunicação, onde a criança apresenta uma série de problemas em torno do seu convívio social, algo que afeta sua aprendizagem, interação com o próximo, educação e afetividade.
O autismo afeta 3 a 4 vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.
Importante que os pais fiquem atentos a alguns sinais que já são esperados nas crianças numa certa idade, tais como: gesticular (dar tchau, apontar) aos 12 meses, dizer palavras soltas até aos 16 meses, dizer frases espontâneas aos 24 meses (não só repetir). Caberá então uma avaliação mais específica nos casos de autismo.
O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança. O correto é que uma equipe com diferentes especialistas avalie o menor nos seguintes aspectos: comunicação, linguagem, habilidades motoras, fala, êxito escolar, comportamento e campo emocional.

Por colunista convidado: 

Dr. Darkson Marques
Fonoaudiólogo
Membro da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Especialista em Saúde Pública e Atendimento Especial

FOLLOW @ INSTAGRAM

Curta nossa página no facebook

Chat Online

Siga-nos no Twitter

Cadastre seu email para Receber as Novidades:

Recentes

recentposts